Anderson Santos é contra derrubadas do GDF na Colônia Agrícola 26 de setembro

O Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou as ações de derrubadas na Colônia Agrícola 26 de setembro. O novo ‘bairro’ surge às margens da DF 001 rodovia que liga as cidades de Ceilândia e Taguatinga à Brazlândia.

O empresário, Anderson Santos, condenou veemente as ações de derrubadas de edificações na 26 de setembro. Para ele, a única solução possível para o caso é o Governo do Distrito Federal promover um grande cadastramento das pessoas que ocupam o local.

De fato, a expansão da ocupação irregular de terras, mais conhecida como ‘grilagem’ é um fenômeno antigo na capital da República, porém a forma como o governo vem lidando com essas situações é classificada por Anderson Santos como “uma verdadeira tortura psicológica para as famílias da 26 de setembro”.

A resposta da comunidade da Colônia Agrícola 26 de setembro veio em forma de intensos protestos que se arrastaram pelas últimas semanas do mês de agosto. Inconformados com as derrubadas, os manifestantes atearam fogo em pneus e fecharam diversos pontos das principais vias do DF.

Nas ocasiões dos protestos houve confronto com a Polícia Militar que dispersou a multidão. Os moradores da região se dizem inconformados com as derrubadas promovidas pelo governo, especialmente em tempos de pandemia.

Para Anderson Santos, o principal erro está na ausência de fiscalização prévia por parte do governo, principalmente quando muitos começaram a ocupar as terras e a construir suas moradias.

De acordo com o empresário, “agora será impossível remover todas as pessoas que ali estão. Promover derrubadas em um local que está passível de regularização, não faz sentido. A única forma do governo reparar isso, é cadastrando as pessoas e regularizando o local”.