Gutemberg Fialho faz análise do coronavírus no DF

Desde que se sabe que o novo coronavírus chegou ao Brasil, o SindMédico-DF tem realizado uma série de entrevistas na TV SindMédico sobre o assunto. Infectologistas, epidemiologistas, endocrinologista, cardiologista e até advogados foram ouvidos para falar dos vários aspectos da doença, desde os riscos à saúde da comunidade até questões trabalhistas, como o contágio laboral. Por isso, na próxima terça-feira (4/8), o presidente do sindicato, Gutemberg Fialho, fará uma análise de boa parte desses temas, com foco em condições de trabalho, assistência à população e falhas na gestão desde o início da pandemia.

Médico ginecologista e obstetra, advogado, especialista em perícia médica, direito médico, medicina do trabalho e medicina do tráfego, o presidente do SindMédico também está à frente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam). Recentemente, inclusive, a instituição publicou uma nota se posicionando quanto ao enfrentamento à pandemia no Brasil no que diz respeito às prescrições de medicamentos.

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Coronavírus: cenário do DF

No DF, Gutemberg Fialho tem observado com bastante atenção todas as ações que tratam do combate ao novo coronavírus: tanto na rede pública quanto na particular. Assim que a gestão local anunciou, por exemplo, a reabertura do comércio e outras atividades não essenciais, ele defendeu publicamente a adoção do lockdown. “Defendemos o lockdown de imediato para ter condições de aumentar a capacidade do sistema. Não é uma gripezinha. A população está morrendo. A vida não tem repescagem”, disse.

Gutemberg Fialho também vem, ao longo deste período, visitando hospitais, UPAs e outras unidades de Saúde para verificar denúncias enviadas ao SindMédico-DF: falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), EPIs com qualidade inferior à necessária, ausência de insumos, déficit de profissionais para o enfrentamento à pandemia e até suspensão da testagem para os trabalhadores da área. Sobre esse assunto, afirmou, em artigo semanal que, apesar de usarem os termos “heróis” e “guerreiros”, governantes não valorizam médicos e outros profissionais da linha de frente. “(…) Deixam seus paladinos sem equipamentos de proteção em quantidade e qualidade adequadas, sem testagem de contaminação pelo vírus e sem compensação financeira pelo aumento do risco no exercício de suas atividades.”

ASSISTA AO VIVO:

Dia: 04/08, terça-feira
Hora: 19h45

Transmissão:

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