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Ciab tem novo conceito e muda nome para FEBRABAN TECH

FEBRABAN  -   14 de janeiro de 2022

Às vésperas do aniversário de 200 anos da Independência de Portugal, 59% dos brasileiros não sabem dessa comemoração. Mas, depois de tomarem conhecimento desse evento, 53% declaram que o Brasil tem o que comemorar. Nessa perspectiva histórica, os fatos mais lembrados pelos brasileiros em 500 anos são abolição da escravidão, a própria Independência do Brasil, seguida pela Proclamação da República e a redemocratização, iniciada em 1985.

Quando perguntados qual melhor símbolo para traduzir o Brasil, a natureza é tida como a definição mais precisa do país para 60% das pessoas, seguida pelo seu povo (31%) e pela dimensão continental do território (21%). A opinião pública em 2022 deverá ser mais mobilizada pelas eleições, juntamente com a agenda econômica (desemprego e inflação). Cerca de um quinto dos entrevistados citou a Copa do Mundo e a pandemia do coronavírus. A crise hídrica e racionamento de energia também foram destacados.

Essas são algumas das revelações da 9ª edição do OBSERVATÓRIO FEBRABAN – Pesquisa FEBRABAN-IPESPE, que buscou investigar as percepções e expectativas para 2022 e os 200 anos da Independência política brasileira. Juntamente aos dados nacionais, haverá um recorte sobre o sentimento nas cinco regiões do país.

O levantamento, realizado entre os dias 19 a 27 de novembro, com 3 mil pessoas nas cinco regiões do País, mostra que o brasileiro está resiliente frente às dificuldades impostas pela crise atual, mas cauteloso sobre o futuro próximo. Mais da metade dos entrevistados (58%) se dizem satisfeitos com a vida no país particularmente ao ver a si e sua família com boa saúde após a grave e longa crise sanitária. Também mais da metade (53%) apresenta esperança de tempos melhores em longo prazo, acreditando que o Brasil estará melhor daqui a 10 anos.

“Ao mesmo tempo que mostra a população preocupada com seu cotidiano, a pesquisa revela que o brasileiro tem esperança no futuro e espera, para os próximos anos, um país mais justo e com menos desigualdade social e, em segundo lugar, deseja um país sem corrupção”, diz Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN. “A pesquisa comprova também que o brasileiro gosta de ser brasileiro e que a melhoria nas condições de saúde, seja pública seja da família, é motivo de grande satisfação”.

O sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do IPESPE, destaca ainda que, olhando adiante, boa parte dos entrevistados acredita que muitos dos hábitos que foram adquiridos ao longo da pandemia devem ser mantidos e até ampliados. “Nessa relação está o trabalho remoto, as compras online e a maior presença junto à família, além do uso de serviços de streaming para filmes e música, e a comunicação através de redes sociais e chamadas de vídeo”, diz Lavareda.

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